Geração de empregos
Atração de empresas, estímulo ao empreendedorismo, qualificação profissional e redução das barreiras para produzir.
O Brasil precisa de soluções, não de divisão.
É hora de transformar experiência, trabalho e boas ideias em resultados para as pessoas.
“A política precisa voltar a discutir emprego, desenvolvimento, eficiência e o futuro das cidades.”
Ely Manoel Machado é geógrafo, gestor público, escritor e empreendedor. Nascido em Juiz de Fora e criado no bairro Benfica, iniciou sua formação ainda jovem, quando estudou Técnicas Agrícolas em Rio Pomba. Ao longo da vida, conciliou trabalho, estudo e atuação em diferentes áreas da iniciativa privada e do serviço público.
É formado em Geografia e possui MBA — Master of Business Administration em Gestão Pública, com ênfase em Cidades Inteligentes. Também possui pós-graduações em Gestão Ambiental, Políticas Públicas e Educação, reunindo conhecimentos voltados ao planejamento urbano, à administração pública, ao desenvolvimento regional e à sustentabilidade.
Na iniciativa privada, construiu carreira em empresa multinacional, onde começou como assistente e chegou aos cargos de gerente e diretor de expansão. Também trabalhou como diagramador em jornal, técnico de planejamento e professor da rede pública de ensino, acumulando experiência em gestão, planejamento e educação.
Em 2012, retornou a Juiz de Fora. Na vida pública, atuou como assessor parlamentar, Chefe de Gabinete do Vice-Prefeito e Subsecretário de Governo, acumulando experiência em articulação institucional, planejamento, gestão de equipes e acompanhamento de políticas públicas.
Atualmente trabalha como Coordenador de Estratégia de um frigorífico com mais de dez pontos de venda, atuando no planejamento estratégico, implantação de sistemas de gestão, acompanhamento de indicadores, organização de estoques, expansão e melhoria dos processos operacionais.
Casado e pai, Ely acredita que a família, o trabalho, a educação e a responsabilidade individual são bases essenciais para uma sociedade mais próspera.
Atração de empresas, estímulo ao empreendedorismo, qualificação profissional e redução das barreiras para produzir.
Fortalecimento do Parque Tecnológico, integração com universidades e uso da inovação para desenvolver as cidades.
Serviços públicos mais simples, transparentes e digitais, com responsabilidade no uso do dinheiro público.
Planejamento urbano, mobilidade, sustentabilidade, prevenção de enchentes e decisões baseadas em dados.
Realização conjunta das eleições municipais, estaduais e nacionais a cada seis anos, com mandatos de igual duração. Ao contrário do modelo atual, em que há eleições de dois em dois anos e mandatos de quatro anos, a proposta busca reduzir custos, diminuir a campanha permanente e ampliar o tempo dedicado à gestão e à entrega de resultados.
Defendo o parlamentarismo por ser um sistema mais coletivo, participativo e baseado na construção de maiorias. O modelo reduz a concentração de poder em uma única pessoa, fortalece os partidos e o Parlamento, facilita a substituição de governos que perdem apoio e qualifica o voto do cidadão ao aproximar a escolha dos representantes da formação do governo.
Reorganização territorial para integrar municípios pequenos e limítrofes, preservando suas identidades como distritos e formando administrações regionais mais fortes. A proposta busca reduzir estruturas políticas duplicadas e direcionar mais recursos para saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento econômico.
Divisão do território em distritos eleitorais, permitindo que cada região escolha diretamente seu representante. O objetivo é aproximar o eleitor do parlamentar, facilitar a fiscalização do mandato, reduzir campanhas excessivamente caras e garantir que todas as regiões tenham voz efetiva no Legislativo.
Uma proposta para integrar municípios limítrofes, preservar as identidades locais e transformar estruturas administrativas fragmentadas em regiões mais fortes, eficientes e preparadas para gerar desenvolvimento.
Minas Gerais possui uma enorme riqueza cultural, econômica e territorial. Entretanto, a divisão do estado em centenas de pequenas administrações obriga comunidades pouco populosas a manter prefeituras, câmaras, secretarias, procuradorias, controladorias e estruturas completas, mesmo com baixa arrecadação e reduzida capacidade técnica.
O Projeto Minas 100 propõe estudar a união de municípios com menos de 50 mil habitantes que sejam vizinhos e possuam relações econômicas, sociais e geográficas. O propósito não é apagar cidades, mas formar governos regionais capazes de planejar, investir e oferecer serviços melhores.
Os municípios menores seriam agrupados com cidades limítrofes, formando unidades regionais mais robustas. Municípios maiores poderiam permanecer autônomos, incorporar cidades de sua área de influência ou participar de uma nova unidade quando houver forte continuidade urbana e econômica.
As antigas cidades continuariam existindo como distritos administrativos, mantendo nomes, tradições, festas, símbolos, igrejas, patrimônio histórico e atendimento local. A mudança seria administrativa, e não cultural.
Prioridade para municípios com menos de 50 mil habitantes, buscando novas unidades com população preferencial entre 100 mil e 300 mil.
Somente municípios que compartilhem limites poderiam ser unidos, evitando territórios descontínuos.
Tempo de viagem, rodovias, transporte coletivo, relevo e acesso da população rural seriam considerados.
Hospitais, comércio, emprego, escolas, universidades, bancos, rodovias e serviços públicos ajudariam a definir a sede.
Agropecuária, indústria, turismo, mineração, logística, comércio e serviços seriam avaliados de forma complementar.
Vínculos culturais e históricos seriam respeitados na composição dos novos territórios.
A legislação deveria garantir representação territorial, conselhos distritais, orçamento regionalizado e presença mínima das antigas cidades na Câmara. Assim, as comunidades menores manteriam voz nas decisões do novo município.
Santos Dumont, Ewbank da Câmara, Paiva, Oliveira Fortes, Aracitaba e outros municípios territorialmente próximos poderiam ser avaliados para formar uma unidade regional mais forte. A composição definitiva dependeria de análise dos limites, das estradas, das relações econômicas e dos deslocamentos cotidianos.
Uma região integrada poderia desenvolver conjuntamente o eixo da BR-040, a indústria, a logística, a agropecuária, o turismo histórico ligado à aviação, o patrimônio ferroviário, o turismo rural, a rede de saúde e a formação profissional.
Esta divisão é apenas indicativa. O desenho definitivo dependeria do cruzamento de população, limites municipais, infraestrutura, economia, rede urbana e regiões de influência.
| Grande região de planejamento | Unidades indicativas |
|---|---|
| Região Metropolitana e entorno | 12 |
| Zona da Mata | 12 |
| Sul e Sudoeste | 15 |
| Triângulo e Alto Paranaíba | 11 |
| Norte de Minas | 10 |
| Jequitinhonha e Mucuri | 9 |
| Vale do Rio Doce | 8 |
| Centro-Oeste | 7 |
| Região Central | 7 |
| Campo das Vertentes | 5 |
| Noroeste | 4 |
| Total indicativo | 100 |
Uma reforma dessa dimensão exigiria legislação nacional, estudos de viabilidade, leis estaduais e consulta às populações envolvidas. O projeto deve nascer como uma política pública democrática, técnica e transparente.
A passagem de 853 administrações para aproximadamente 100 municípios regionais poderia reduzir centenas de estruturas políticas duplicadas e ampliar a capacidade de planejamento, compras públicas, captação de recursos, gestão hospitalar, transporte, educação e atração de investimentos.
Não se trata apenas de economizar. Trata-se de reunir população, território, arrecadação e conhecimento técnico para construir regiões economicamente mais potentes.
Uma proposta para criar uma empresa de economia mista, vinculada à capacidade científica da Embrapa, preparada para receber investimentos nacionais e internacionais, expandir tecnologias brasileiras e fortalecer a soberania do país sobre a pesquisa agropecuária.
A Embrapa está entre os maiores patrimônios científicos do país. Suas pesquisas ajudaram a transformar solos tropicais, elevar a produtividade, desenvolver cultivares e consolidar o Brasil como uma potência na produção de alimentos.
O Projeto Embrapa Internacional propõe ampliar esse patrimônio. A ideia é criar uma empresa de economia mista capaz de atrair investimentos públicos, privados e internacionais, transformar conhecimento em novos negócios e posicionar o Brasil como exportador de tecnologia agropecuária.
A proposta não significa privatizar a Embrapa. A instituição pública permaneceria responsável pela pesquisa estratégica, pela ciência de interesse nacional e pelo atendimento ao produtor brasileiro.
A Embrapa Internacional atuaria como braço empresarial de inovação, licenciamento, parcerias, investimentos e expansão global, com regras próprias de governança e proteção ao patrimônio científico nacional.
Captar recursos privados, fundos internacionais e capital institucional para acelerar pesquisas e projetos tecnológicos.
Levar cultivares, sistemas produtivos, genética, soluções digitais e conhecimento brasileiro a diferentes mercados.
Ampliar licenciamento de patentes, royalties, prestação de serviços tecnológicos e participação em empresas inovadoras.
Criar fundos, incubadoras e programas para empresas de biotecnologia, agricultura digital e produção sustentável.
Formar centros de pesquisa em parceria com países interessados em agricultura tropical e segurança alimentar.
Expandir oportunidades para pesquisadores, engenheiros, técnicos, cientistas de dados e profissionais da inovação.
A entrada de capital internacional não poderia significar a perda do controle sobre sementes, genética, bancos de germoplasma, dados, patentes ou tecnologias estratégicas. O Estado manteria poder de decisão sobre os ativos essenciais e poderia estabelecer ações especiais com direito de veto em matérias sensíveis.
A pesquisa desenvolvida com recursos públicos teria regras claras de remuneração, compartilhamento de resultados e retorno financeiro para a própria Embrapa e para novos projetos científicos.
A expansão internacional não poderia afastar a instituição de sua missão social. Parte das receitas seria reinvestida em assistência técnica, agricultura familiar, adaptação climática e tecnologias acessíveis aos pequenos produtores.
Soluções para solos, clima, manejo e produção em regiões tropicais.
Melhoramento genético, bioinsumos, controle biológico e novas variedades.
Inteligência artificial, sensores, satélites, automação e análise de dados.
Redução de emissões, recuperação de solos, integração produtiva e uso eficiente da água.
Tecnologias para ampliar a produção de alimentos em países vulneráveis.
Cultivares resistentes e sistemas produtivos preparados para eventos extremos.
Os lucros e royalties poderiam financiar novas pesquisas, laboratórios, bolsas, formação científica, assistência técnica e inovação regional, reduzindo a dependência exclusiva do orçamento público.
A Embrapa Internacional poderia transformar a capacidade científica brasileira em um dos maiores ativos tecnológicos do mundo, atraindo capital, multiplicando investimentos em pesquisa e ampliando a influência do Brasil na produção global de alimentos.
Assim como o país desenvolveu competências reconhecidas em energia, aviação e agricultura tropical, pode construir uma companhia mundial de tecnologia agropecuária sem abrir mão da soberania e da missão pública.
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